Bom dia. Ao invés de espraguejar ao vento contra o governo, o congresso, o mercadorama e todas as pequenas e grandes tragédias que acontecem neste país e neste estado, acabei por me convencer a escrever este blog, que há de servir, ao menos, como terapia.
Ontem por exemplo, enquanto fazia compras no mercadorama, me deparei com um pacote de 1 Kg de arroz integral cujo preço, segundo a etiqueta disposta na gôndola, era de R$ 1,98.
No entanto, quando conferi o preço no caixa, o arroz custava na verdade R$ 3,99; chamei a fiscal do caixa - sim, eu sou um daqueles chatos que interrompe o já moroso fluxo da gigantesca fila do caixa rápido para criar caso! - e ela contestou dizendo que R$ 1,98 era o preço do pacote de 500g.
Agora corrijam-me se eu estiver errado, mas alguém já viu pacote de arroz de meio quilo?
Imagino quantas pessoas, especialmente aquelas que devido à idade avançada ou pressa acabam por não ver, no caixa, que foram enganadas no preço dos produtos...
Os mais inocentes ou desavisados devem imaginar que o ocorrido foi um mero engano do repositor, que colocou os pacotes de um quilo sobre a etiqueta de meio quilo ou algo do tipo.
Ledo engano... Seu, não do repositor!
E de que adianta reclamar para o caixa, fiscal ou gerente, todos simplórios e mal pagos.
Por isso, sempre que possível, eu compro no Festval, no Condor ou no Muffatto. Pelo menos meu dinheiro não engrossa os números da walmart, proprietária das marcas Big e Mercadorama.
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