Semana passada o supremo mandatário da nação saiu em defesa de mais um dos senhores feudais que formam a quadrilha que o apoia desde sua ascensão ao poder, perdendo mais uma chance de ficar calado.
A lista de bull shit só aumenta: chamou turco de árabe, defende Ahmadinejad, não condenou Coréia do Norte, diz que Sarney não deve ser tratado como pessoa comum...
Claro, pessoa comum ele não é.
As pessoas comuns trabalham em média 8 horas por dia para pagar contas (três delas para pagar impostos!) e com absoluta certeza perceberiam o recebimento mensal indevido e ilegal de R$3.800,00 a título de auxílio-moradia. Mas o José Sarney não.
As pessoas comuns acham errado nomear um assessor lotado no Senado para trabalhar em São Luís no Memorial da Família Corleone. Digo, Sarney.
As pessoas comuns acham uma pouca vergonha e uma tremenda cara de pau o Presidente do Senado mentir descaradamente sobre desconhecer o sistema de corrupção criado por Agaciel Maia, indicado por ele mesmo anos atrás. Mas o Presidente Lula não.
As pessoas comuns acham o fim da picada o Presidente dizer que José Sarney não pode ser tratado como pessoa comum por sua história de serviços prestados à nação, especialmente porque lembram que o candidato Lula já chamou o então Presidente Sarney de grileiro e ladrão, para dizer o mínimo.
Agora, revoltante e imperdoável é o supremo mandatário cuspir na Constituição da República, a qual jurou, por duas vezes, defender e fazer cumprir. Ou será que aquele porco nunca leu o Artigo 5o. ?
Wednesday, June 24, 2009
Tuesday, June 16, 2009
terapêutico
Bom dia. Ao invés de espraguejar ao vento contra o governo, o congresso, o mercadorama e todas as pequenas e grandes tragédias que acontecem neste país e neste estado, acabei por me convencer a escrever este blog, que há de servir, ao menos, como terapia.
Ontem por exemplo, enquanto fazia compras no mercadorama, me deparei com um pacote de 1 Kg de arroz integral cujo preço, segundo a etiqueta disposta na gôndola, era de R$ 1,98.
No entanto, quando conferi o preço no caixa, o arroz custava na verdade R$ 3,99; chamei a fiscal do caixa - sim, eu sou um daqueles chatos que interrompe o já moroso fluxo da gigantesca fila do caixa rápido para criar caso! - e ela contestou dizendo que R$ 1,98 era o preço do pacote de 500g.
Agora corrijam-me se eu estiver errado, mas alguém já viu pacote de arroz de meio quilo?
Imagino quantas pessoas, especialmente aquelas que devido à idade avançada ou pressa acabam por não ver, no caixa, que foram enganadas no preço dos produtos...
Os mais inocentes ou desavisados devem imaginar que o ocorrido foi um mero engano do repositor, que colocou os pacotes de um quilo sobre a etiqueta de meio quilo ou algo do tipo.
Ledo engano... Seu, não do repositor!
E de que adianta reclamar para o caixa, fiscal ou gerente, todos simplórios e mal pagos.
Por isso, sempre que possível, eu compro no Festval, no Condor ou no Muffatto. Pelo menos meu dinheiro não engrossa os números da walmart, proprietária das marcas Big e Mercadorama.
Ontem por exemplo, enquanto fazia compras no mercadorama, me deparei com um pacote de 1 Kg de arroz integral cujo preço, segundo a etiqueta disposta na gôndola, era de R$ 1,98.
No entanto, quando conferi o preço no caixa, o arroz custava na verdade R$ 3,99; chamei a fiscal do caixa - sim, eu sou um daqueles chatos que interrompe o já moroso fluxo da gigantesca fila do caixa rápido para criar caso! - e ela contestou dizendo que R$ 1,98 era o preço do pacote de 500g.
Agora corrijam-me se eu estiver errado, mas alguém já viu pacote de arroz de meio quilo?
Imagino quantas pessoas, especialmente aquelas que devido à idade avançada ou pressa acabam por não ver, no caixa, que foram enganadas no preço dos produtos...
Os mais inocentes ou desavisados devem imaginar que o ocorrido foi um mero engano do repositor, que colocou os pacotes de um quilo sobre a etiqueta de meio quilo ou algo do tipo.
Ledo engano... Seu, não do repositor!
E de que adianta reclamar para o caixa, fiscal ou gerente, todos simplórios e mal pagos.
Por isso, sempre que possível, eu compro no Festval, no Condor ou no Muffatto. Pelo menos meu dinheiro não engrossa os números da walmart, proprietária das marcas Big e Mercadorama.
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